Gestão de pessoas e acompanhamento técnico são os segredos da Fazenda Berro dÁgua

Localizada em São Sebastião do Paraíso (MG), a 400 Km de Belo Horizonte, a fazenda Berro d’Água, de propriedade do Sr. Aliomar R. F., foi destaque no suplemento Campeãs do Leite, divulgado junto à 11ª edição do Índice Ideagri do Leite Brasileiro, na categoria Dias em Lactação (DEL), alcançando um DEL médio de 156 dias. A propriedade ficou à frente da média geral das fazendas analisadas, cujo DEL médio foi de 183 dias, e das fazendas do Top 10% geral do IILB, que alcançaram a marca de 169 dias. Vale lembrar que quanto menor for o DEL, (https://ideagri.com.br/posts/detalhes-que-podem-ajudar-a-aumentar-a-producao-media-diaria-de-leite-por-vaca).

A história do Sr. Aliomar teve início em 2012, com a aquisição da Berro d’Água, com produção de café. Só em 2014, o proprietário iniciou a (https://ideagri.com.br/posts/fazenda-flor-da-serra-excelencia-em-leite-a-pasto-irrigado-e-sistema-de-gestao-unico). Após dois anos enfrentando muitas dificuldades para produzir leite com eficiência, optou pela construção de um (https://ideagri.com.br/posts/compost-barn-novinho-na-fazenda-figueiredo). “Essa iniciativa proporcionou maior bem-estar para os animais e colaboradores, redução de gastos com medicamentos, além de reduzir custos com a adubação química da lavoura, pela utilização da cama, oriunda do Composto”, relata Aliomar.

O proprietário acredita na gestão de pessoas e atribui a eficiência produtiva da Berro d’Água ao acompanhamento técnico do veterinário Francisco e dos colaboradores da fazenda, que são extremamente envolvidos com a cadeia leiteira. O manejo reprodutivo é feito a cada 14 dias. A fazenda não faz uso da monta natural, 100% dos animais passam pelo protocolo de IATF e, caso retornem ao cio, são novamente inseminados. A propriedade conta hoje com 78 animais em lactação e um rebanho com predominância de perfil Leite Europeu. A produção média por vaca é de 29,7 Kg/dia, gerando uma produção diária do rebanho de 2,3 mil Kg de leite.

De acordo com a situação reprodutiva, são identificados na cauda, com o intuito de facilitar a operação para os funcionários. Vacas com 300 dias ou mais de DEL não são inseminadas e permanecem em ordenha até cair a produtividade. Posteriormente são separadas para descarte, fazendo rigorosa triagem entre as matrizes. Todo manejo de seleção genética só é possível de ser realizado devido à análise de dados, por meio do (https://bit.ly/3D0giBb).

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